Associação focada no etanol de milho é criada em Mato Grosso

 

Foi criada nesta segunda-feira (18) a União Nacional do Etanol de Milho (Unem), em Cuiabá. Composta pelo setor privado e entidades representativas do setor agrícola, o objetivo da associação é fomentar o desenvolvimento industrial do etanol de milho no país.

 

Conduzida pelo conselheiro consultivo e ex-presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja), Ricardo Tomczyk, e pelo também conselheiro consultivo e vice-presidente da Associação Brasileira de Produtores de Milho (Abramilho), Glauber Silveira, a Unem é um marco para o setor.

 

“Nosso objetivo é focar no desenvolvimento da cadeia do etanol de milho. Sabemos que temos potencial. Agora, com a associação, poderemos desenvolvê-lo de maneira mais articulada”, afirma Tomczyk.

 

Defensor do etanol de milho há anos em Mato Grosso, Silveira destaca a importância da associação com foco em resultados. “A associação é um marco para o desenvolvimento dessa cadeia que vem crescendo no Brasil. É importante termos uma associação nacional, que busque alternativas para resolver nossos gargalos e também que incentive o setor”, afirma.

 

Para Henrique Ubrig, a Unem possibilitará o crescimento de todos os elos. “A associação é um grande benefício para incentivar a competência, organizar a indústria e acelerar o processo de instalação de novas unidades industriais. Esse é o grande motor. Nós já somos palco de uma produção agrícola espetacular, mas a indústria ainda é embrionária. A associação vai acelerar esse processo, unindo a cadeia e fazendo com que os processos sejam mais dinâmicos e eficazes”, pontua.

 

O etanol de milho – Um estudo apresentado neste mês, realizado pelo Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea) e solicitado pela Aprosoja e Sindicato das Indústrias Sucroalcooleiras (Sindalcool-MT), mostrou que Mato Grosso tem viabilidade para produção de etanol de milho.

 

O levantamento foi feito entre os anos de 2016 e 2017. Foram visitados 11 municípios mato-grossenses, seis usinas de etanol e foram entrevistadas 70 pessoas. Para acessar a apresentação realizada pelo Imea, acesse aqui.

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